No coração do Distrito Federal, entre avenidas modernas e os bastidores do poder nacional, pulsa a história de um homem cuja vida foi erguida em silêncio, mas cuja obra ecoa por gerações: Adison do Amaral.
Poucos brasilienses conhecem a fundo o nome desse servidor, educador e patriota, mas todos já foram, direta ou indiretamente, beneficiados por suas ações, ideias e valores. Aos 92 anos de idade, Adison segue ativo — escrevendo, aconselhando, inspirando. Seu legado atravessa décadas, instituições e fronteiras morais, sendo referência como Juiz de Paz, vice-presidente do IJUPAZ (Instituto dos Juízes de Paz do Brasil), fundador da Ação Paramaçônica Juvenil (APJ/GOB) e autor de obras que traduzem sua alma literária.
Durante anos, Adison exerceu com excelência o cargo de Juiz de Paz titular do Guará I e II, atendendo à comunidade com um olhar que transcendia o protocolo. Em cada união celebrada, via a importância de preservar o afeto e a dignidade. Em cada conciliação, via a chance de restaurar a esperança. Sua atuação discreta e humana conquistou o respeito de todos que cruzaram seu caminho — colegas de magistratura, famílias, jovens e autoridades.
Além disso, sua posição de vice-presidente do IJUPAZ garantiu ainda mais representatividade ao Distrito Federal nas discussões sobre pacificação social, cidadania e valores familiares.
Em 2023, o Administrador Regional do Guará, Artur Nogueira, prestou uma homenagem oficial a Adison do Amaral por toda sua trajetória. Em uma cerimônia solene, realizada na própria sede da Administração Regional, autoridades, familiares, amigos e lideranças locais reconheceram sua contribuição singular à comunidade guaraense.
A homenagem foi registrada em seu livro de memórias e marcou a consagração pública de um homem que jamais pediu reconhecimento, mas cuja vida se tornou espelho de virtudes.
Artur Nogueira declarou na ocasião:
"Adison do Amaral é mais do que um cidadão do Guará. É uma alma que ajuda a construir os alicerces morais de nossa cidade. Sua trajetória é uma dádiva para todos nós."
O reconhecimento à grandiosidade moral e institucional de Adison do Amaral ganhou expressão máxima em 2024, quando o Grande Oriente do Brasil (GOB) — por meio de Decreto oficial — instituiu a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Adison do Amaral.
Essa honraria é concedida a personalidades que se destacam direta ou indiretamente na promoção, desenvolvimento e incentivo à APJ – Ação Paramaçônica Juvenil, entidade idealizada e fundada por Adison em 1983, por meio da Lei nº 2 do GOB, artigo 137 da Constituição da Obediência Maçônica.
Mais do que uma medalha, essa iniciativa representa o reconhecimento definitivo de que a APJ é um patrimônio moral da Maçonaria brasileira, e que seu fundador é um marco histórico vivo para o GOB, para o Brasil e para a juventude.
O Decreto, assinado pelo Grão-Mestre Geral Ademir Candido da Silva, destaca:
“A APJ/GOB é uma doação incondicional da Família Maçônica à juventude brasileira. Sua criação e sustentação refletem o compromisso do GOB com a formação de uma reserva moral para o Brasil.”
A medalha, cuja cunhagem e decreto foram oficialmente aprovados em 2024, eterniza Adison do Amaral na mais alta galeria de beneméritos da Maçonaria brasileira.
Criada há mais de 40 anos, a Ação Paramaçônica Juvenil (APJ) é a maior obra social da Maçonaria contemporânea no Brasil. Sob a tutela do GOB, ela acolhe jovens de ambos os sexos, de 7 a 21 anos, com o objetivo de formar cidadãos conscientes, patriotas, éticos e ativos na sociedade.
Diferente das demais entidades paramaçônicas, a APJ é brasileira em essência e universal em propósito. Seus princípios são pautados na educação cívica, na valorização da cultura e na formação de lideranças conscientes. A presença de Adison em cada núcleo, em cada cartilha, em cada cerimônia apejotista é visível — é viva.
Mesmo com 92 anos, Adison continua fazendo da escrita sua maior paixão. Seus versos traduzem sua história, sua fé, sua brasilidade. Sua produção literária, marcada pelo lirismo moral e pelo amor ao próximo, agora pode ser acessada por todos no site oficial:
O site reúne sua biografia, sua produção poética, sua história com a Maçonaria e a APJ, além de trazer notícias, artigos e links para suas obras mais recentes.
A obra mais recente de Adison do Amaral é dividida em duas partes que emocionam e despertam.
Um verdadeiro convite à juventude para compreender seu papel no futuro da Nação. Poesias, cartas e reflexões que iluminam o caminho da nova geração com firmeza, beleza e sabedoria.
Adison do Amaral é uma daquelas figuras que, em silêncio, ajudam a sustentar a dignidade de um país. Um educador da alma, um poeta da pátria, um juiz da paz verdadeira.
Ao conhecer sua história, você não apenas se encontra com um homem — você se depara com uma missão.
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Divulgação |
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Foto: Beto Raskin |
Por Jerônimo Goergen*
A Lei da Liberdade Econômica foi um avanço importante para reduzir a burocracia e limitar a intervenção excessiva do Estado sobre o setor produtivo. No entanto, dois dispositivos centrais ainda precisam ser plenamente consolidados: a vedação ao abuso regulatório e a obrigatoriedade da análise de impacto regulatório. Esses mecanismos são essenciais para garantir previsibilidade jurídica, evitar barreiras artificiais ao empreendedorismo e assegurar que novas regras sejam implementadas com base em critérios técnicos e transparentes.
Agora, esses temas chegam à mais alta instância do Judiciário, com um caso emblemático em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo a indústria de cigarros e a Anvisa.
O ponto central do julgamento é a proibição imposta pela Anvisa à adição de sabores e aromas nos cigarros. O debate não é sobre saúde pública, mas sim sobre os limites do poder regulatório das agências estatais. A questão-chave é se um órgão regulador pode restringir uma atividade econômica sem uma base legal clara e sem um estudo aprofundado sobre os impactos dessa decisão. Esse é um exemplo clássico de abuso regulatório, quando o Estado interfere de forma arbitrária, criando insegurança jurídica e dificultando o desenvolvimento de setores inteiros.
Outro ponto essencial é a análise de impacto regulatório (AIR), um dos pilares da Lei da Liberdade Econômica. Esse mecanismo determina que qualquer nova regulamentação que afete a atividade econômica deve ser precedida por um estudo que avalie seus custos, benefícios e impactos sobre a sociedade. No caso da Anvisa, não houve uma análise adequada sobre os efeitos da proibição na cadeia produtiva do tabaco, que envolve desde grandes indústrias até milhares de pequenos produtores rurais. Essa ausência de critérios técnicos reforça a necessidade de consolidar a AIR como uma exigência efetiva para todas as decisões regulatórias.
O julgamento do STF tem o potencial de criar um precedente fundamental. Se o tribunal reconhecer o abuso regulatório cometido pela Anvisa, estará consolidando um entendimento essencial para a segurança jurídica no Brasil: agências reguladoras não podem extrapolar suas competências e criar barreiras ao setor produtivo sem respaldo legal e sem análise de impacto.
Esse caso vai muito além do setor fumageiro. Ele pode redefinir os limites da atuação estatal sobre o mercado e fortalecer a liberdade econômica como princípio estruturante do ambiente de negócios no país. Consolidar o combate ao abuso regulatório e garantir a aplicação rigorosa da análise de impacto regulatório são passos decisivos para um Brasil mais competitivo, previsível e favorável ao empreendedorismo.
*Advogado, Sócio do Andrade Maia Advogados. Presidente do Instituto Liberdade Econômica
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Arte / Divulgação |
Na quarta e sexta-feira (19 e 21 de fevereiro), o Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (CEMEIT) será a primeira das cinco escolas públicas de ensino médio do DF a receber a nova edição do Projeto "Tudo o que Fizerdes ao Menor". O ator e escritor Chico de Aquino realiza, de manhã e à tarde, apresentações teatrais, leituras poéticas e declamações que tocam corações e despertam novas perspectivas. Depois o projeto passará pelo Gama, Ceilândia, Recanto das Emas e Plano Piloto. Informações pelo telefone (61) 98625-8083.
"Tudo o que fizerdes ao menor" é realizado pelo Grupo de Resgate Ambiental (GRA) por meio de um Termo de Fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, do GDF e conta com o apoio da Secretaria de Educação. A iniciativa também conta com o apoio institucional da Federação Nacional das Guardas Mirins (FENGMB).
Cláudio Oliveira, do GRA, diz que Chico de Aquino consegue criar incríveis conexões com os estudantes.
"Aquino mescla humor e reflexão de forma sutil, mas impactante. Ao final de cada escola, alunos, professores e direção costumam acentuar a importância dessa iniciativa", revela o presidente da entidade proponente.
Para Chico de Aquino que dá vida a mais uma edição do Projeto, poder falar sobre o mundo real e de modo poético cria um laço com quem assiste e participa.
"Estamos a cada dia mais frios e distantes dos que estão por perto. É muito bom poder semear esperança em tempos difíceis, fazendo da poesia um elo de partilha e reflexão. As escolas precisam também precisam disso", finaliza o ator e escritor.
Programação nas Escolas
CEMEIT –Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga
19 e 21 de Fevereiro
CEM 02 do Gama
11 e 13 de Março
CEM 804 do Recanto das Emas
17 e 27 de Março
CEM 02 de Ceilândia
21 e 24 de Março
CEM Elefante Branco (Plano Piloto)
31 de Março
Chico de Aquino - Já ministrou cerca de 600 apresentações do mesmo projeto por meio de patrocínios institucionais da Caixa Econômica Federal e do Fundo de Apoio à Cultura do DF entre os anos de 2003/2009, todas realizadas na rede de ensino do Distrito Federal e recebe o prêmio MÃO DA CIDADANIA, promovido pelo Jornal Correio Braziliense, em 2009, na categoria cultura. Também é premiado pelo FAC CULTURA BRASÍLIA 60 e pelo Prêmio Aldir Blanc Grande Circular promovido pela Secretaria de Cultura em 2020. Esses últimos na categoria literatura. Autor dos livros "Tudo o que fizerdes ao menor" e "Índia Amazônia".
Grupo de Resgate Ambiental (GRA) -Associação civil dotada de personalidade jurídica de direito privado, tem duração por tempo indeterminado e de caráter beneficente, com autonomia administrativa, patrimonial e financeira, constituída em 26/11/2014.
Alguns dos projetos realizados pela entidade:Guarda Mirim Ambiental (GMA) - projeto social de disciplina militar, com base no reforço Escolar para crianças e adolescentes entre 07 e 17 anos; Brigada Ambiental - projeto social voluntário de contenção de incêndio para maiores de 21 anos com o curso de brigadista; Escolinha de futebol para crianças e adolescentes entre 07 e 18 anos.
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Foto: Beto Raskin |
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Aline Zanchi da Silva / Divulgação |
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Fabio Goldschmidt, Bruno Tanus, Júlio Cesar Lanes e Tonia Russomano / Divulgação |
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30/12/2024 - Festa de fim de ano na Torre de TV reúne cerca 50 mil pessoas em três dias de evento - Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília |
O DJ Jiraya Uai é uma das atrações confirmadas para a Esplanada dos Ministérios | Reprodução/Instagram |
Viagens serão reforçadas durante as festividades para que todos possam circular em segurança | Foto: Divulgação/Semob-DF |
Policiamento ostensivo garante que todos possam participar das comemorações com tranquilidade | Foto: Divulgação/SSP-DF |
O presidente do COFECI, João Teodoro, hom...